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segunda-feira, 8 de julho de 2019
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Tubo solar à vácuo
Vantagens do
aquecedor solar a vácuo
Devido à eficiência do sistema ser melhor, o coletor solar a vácuo irá precisar de uma área de captação energia menor; isto é especialmente importante quando se faz o dimensionamento do aquecedor solar para uma residência sem muita área telhado disponível.
O coletor solar de tubos a vácuo é uma tecnologia relativamente nova e de melhor eficiência que a do coletor plano. Esses coletores permitem atingir temperaturas de trabalho acima de 80ºC e, por isso, podem ser utilizados em aplicações que requerem um fornecimento de energia mais elevado. O tubo a vácuo mais comum é composto por dois tubos concêntricos de vidro com parede dupla. A parede interna é revestida por nitrato de alumínio, que possui excelente capacidade de absorção de calor. Entre o tubo interno e o externo está o isolamento a vácuo, que é o principal responsável por atenuar as perdas térmicas
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
segunda-feira, 25 de abril de 2016
quarta-feira, 20 de abril de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Aquecedor solar à vácuo para banho
Coletor Solar a Vácuo para Banho
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O coletor solar a vácuo (assim como
os coletores comuns) é responsável por absorver o calor do sol e transferi-lo
para a água que está dentro dos tubos. Este coletor é nomeado assim porque o
isolamento térmico que impede a água de perder calor é o vácuo (melhor
isolante térmico existente na atualidade). Dessa forma, além de ser
extremamente resistente a diversos impactos, congelamento ou corrosividade da
água; o rendimento e a eficácia dos coletores a vácuo estão muito além dos
coletores comuns existentes no mercado.
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Aneel aprova aumento de 83% para bandeira tarifária vermelha
Aneel aprova aumento de 83% para bandeira tarifária
vermelha
JULIA BORBA
DE BRASÍLIA
DE BRASÍLIA
06/02/2015 09h58
A Aneel (Agência Nacional de Energia
Elétrica) aprovou preliminarmente o aumento de 83% para a bandeira tarifária
vermelha, que passa de R$ 3 a cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumidos para R$
5,50 pela mesma quantidade utilizada.
As chamadas
"bandeiras tarifárias" tornam possível o ajuste mensal do preço da
energia elétrica, conforme elevação de gastos do setor.
A proposta
da agência é de que a nova fórmula comece a valer a partir de 1º de março.
Antes disso,
porém, o processo será submetido a um período de audiência pública entre 9 e 20
de fevereiro para "aprimoramentos".
Os valores
propostos podem ser alterados, mas dificilmente diminuídos, já que os custos
que serão levados em consideração pelas bandeiras tarifárias não serão apenas
os extraordinários com uso de usinas térmicas, como atualmente, mas todos os
gastos adicionais das distribuidoras em um determinado mês, como compra extra
de energia, chamada exposição involuntária.
Para a
bandeira tarifária amarela, o aumento aprovado inicialmente é de 66,7%,
passando de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos para R$ 2,50.
A faixa
verde segue o mesmo desenho do sistema em vigor e não deve trazer nenhum
aumento para os consumidores.
AUMENTOS
O
diretor-geral da agência, Romeu Rufino, destacou que, apesar de estar em vigor
apenas há dois meses, a norma precisou ser alterada porque foi pensada,
discutida e regulamentada em 2013.
"Devia
ter entrado em 2014, mas a data foi postergada para 2015 e a experiência em
administrar esses custos leva a esse aperfeiçoamento da bandeira", disse.
"Não
fosse esse incremento, a revisão extraordinária teria que incorporar parte
desses custos e a revisão ordinária também", completou.
Em outras
palavras, os aumentos que virão esse ano serão menores já que parte dos gastos
serão considerados pelas bandeiras.
Mesmo assim,
o reajuste médio extraordinário para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste já
está estimada em 26%.
"Não é
a criação de um novo custo, [o aumento] reflete a elevação dos preços de
maneira mais apropriada", complementou Rufino.
Nesta
quinta, Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia, havia garantido que o
aumento não seria superior a 50%.
Nos dois
primeiros meses deste ano a bandeira tarifária aplicada foi a vermelha, mais
cara.
Em 2014, a
bandeira vermelha também foi aplicada em praticamente todos os meses em todas
as regiões do país, exceto em janeiro, quando ela foi amarela para todas as
regiões. Em julho, a bandeira também foi amarela, mas apenas para a região Sul.
A
arrecadação máxima no ano pelo modelo atual das bandeiras tarifárias seria de
R$ 10,6 bilhões (mantendo o sinal vermelho ao longo de todo o ano). Com a
mudança proposta pela Aneel, a arrecadação pode chegar a R$ 17 bilhões em doze
meses.
"Vamos
dar uma boa notícia quando ela surgir. Não, não temos prazer em dar noticia
ruim. A Aneel aplica o regulamento", disse Rufino.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/02/1586076-aneel-aprova-preliminarmente-aumento-de-83-para-bandeira-tarifaria-vermelha.shtml
sábado, 10 de agosto de 2013
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Desoneração para a energia solar

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) deve aprovar na próxima semana resolução para dar incentivo à energia solar. Entre as medidas, está a desoneração para usinas fotovoltaicas (produzem eletricidade a partir do sol) e solares térmicas. Dois tributos cobrados na conta, o Tust (Tarifa de Uso de Sistemas de Transmissão) e o Tusd (Tarifa de Uso de Sistemas de Distribuição) serão reduzidos em 80% para usinas que entrarem em operação até 2017. O desconto será reduzido para 50% a partir do décimo ano de A redução vale para usinas de até 30 megawatts.
De acordo com a Abeer (Associação Brasileira das Empresas de Energia Renovável), os tributos atualmente significam custo de R$ 30 por megawatt/hora. A resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica também obrigará distribuidoras de energia a abrir a rede à instalação de geradores solares.
Fonte: Abrava
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
aquecedor solar
Dúvidas Freqüêntes
1) Na parte da noite eu terei agua quente?
O reservatório térmico (boiler) nada mais é do que uim tanque com isolamento térmico. O isolamento térmico evita que o calor da água seja perdido.2) E Quando chover por um longo período?
Os aquecedores solares possuem o aquecedor auxiliar, que aquece a água por energia elétrica, nesses períodos chuvosos. Com o nível de insolação no Brasil, o sistema auxiliar de aquecimento é acionado apenas poucos dias ao ano.3) E se o tempo estiver nublado?
O aquecedor produz menos água quente, mas ainda sim produz quantidade suficiente.4) Por que em algumas residências e não vejo o reservatório térmico?
Porque normalmente o reservatório fica embaixo do telhado.5) A minha residência necessita de tubulação de cobre para instalação do Aquecedor Solar?
Na maioria dos casos não, porém é necessária a visita de um técnico para avaliar se é o seu caso.
Como escolher um aquecedor de água?
Como dimensionar a capacidade do aquecedor de água e evitar desperdício de energia?
Na hora de comprar o aquecedor, a especificação mais importante é a capacidade do aparelho, ou seja, saber quantos litros de água ele é capaz de esquentar a cada minuto
Aquecedores de passagem
Nestes aquecedores, a água é aquecida conforme passa pelo equipamento. Na hora de comprarmos o aquecedor, a mais importante especificação a que devemos estar atentos é a capacidade, medida em litros por minuto (l/min). Ou seja, quantos litros de água o aquecedor é capaz de esquentar a cada minuto.
Podemos encontrar no mercado desde aquecedores de 6 l/min até mais de 25 ou 30 l/min. Para sabermos qual utilizar, é importante contar quantos pontos o aquecedor atenderá e o qual é o consumo médio destes pontos.
Uma boa ducha, por exemplo, consome entre 10 e 12 l/min. Como a água que utilizamos é misturada com água fria, um aquecedor de cerca de 6 a 8 l/min atende bem uma ducha. Mas, se quisermos usar uma torneira simultaneamente, é interessante aumentar um pouco a capacidade do aquecedor, para algo na faixa dos 10 l/min.
Caso o aquecedor tenha de atender mais de um banheiro, devemos contar o número de pontos (chuveiros, torneiras e duchas higiênicas), somar o consumo e aí sim escolher o aparelho com a capacidade adequada. Por exemplo, para três duchas que possam ser usadas simultaneamente, é recomendável ter um aquecedor com capacidade de pelo menos 25 l/min.
Devemos lembrar também que esses valores são os mais usuais. Há no mercado, entretanto, duchas com capacidade de mais de 20 l/min. São aquelas duchas com forte intensidade e para aquecer toda essa vazão de água, aquecedores maiores são necessários.
Outra questão importante é o fator de utilização. Por exemplo, numa casa com três banheiros em que três chuveiros e três pias estejam ligados ao aquecedor de passagem, é bastante improvável que tudo isso esteja ligado ao mesmo tempo. Logo, para não sobrecarregar o sistema, podemos supor que apenas parte desses pontos serão usados ao mesmo tempo e, assim, um aquecedor menor será suficiente. Porém, se num dia específico tudo for ligado simultaneamente, provavelmente a água não aquecerá o suficiente.
Lembre-se, ainda, que aquecedores de passagem elétricos podem não ser capazes de atender vários ambientes ao mesmo tempo. Caso opte por modelos elétricos, você vai precisar de um aparelho para cada banheiro (atendendo chuveiro, torneira e bidê ou ducha higiênica) e mais outro para a cozinha.
Aquecedores de acumulação
Sejam eles elétricos, solares ou a gás, o funcionamento dos aquecedores de acumulação é semelhante: um reservatório de água quente vai suprir o consumo. Este sistema é indicado para locais em que haja um grande consumo concentrado em um horário específico do dia, como, por exemplo, no caso de vários banheiros serem usados ao mesmo tempo ou de haver uma banheira de grande capacidade. Nesses casos, os aquecedores de passagem podem não ser suficientes.
Até por serem equipamentos com maior capacidade e de custo mais elevado, é sempre bom contar com um especialista na hora da escolha do produto. Os melhores fornecedores contam com equipes especializadas para auxiliar o cliente.
Mas, basicamente, deve-se fazer a seguinte conta: quantas pessoas há na residência e quantos litros cada uma usa por dia. Em termos gerais, cada pessoa utiliza cerca de 45 litros de água quente numa casa e 60 litros num apartamento se o aquecedor for elétrico. No caso de aquecedores a gás, esse valor é cerca de 10% menor (devido ao seu maior poder calorífico) e no caso de aquecedores solares esse valor é cerca de 10% maior.
Logo, para uma casa com cinco pessoas, o aquecedor elétrico deverá produzir cerca de 225 litros de água quente por dia (5 pessoas x 45 litros por pessoa). No caso de um aquecedor a gás esse valor cai para 200 litros e, no caso do solar, atinge cerca de 250 litros.
Com esses números em mãos, já se pode escolher o aquecedor. Aparelhos de 150, 175, 200, 250 e 300 litros são bem comuns, mas existem outros tamanhos, que variam de 50 a 1000 litros. Para os exemplos acima, aquecedores na faixa dos 200 ou 250 litros são suficientes.
Na hora de aplicarmos a fórmula, devemos ainda verificar a existência de equipamentos especiais que possam alterar significativamente o consumo. Banheiras de grande capacidade demandam aquecedores maiores. Uma banheira de 200 litros de capacidade, por exemplo, demanda um aquecedor com capacidade de 100 litros a mais por dia.
Outro fator importante a ser levado em conta é que esses valores são médios para todas as regiões de Brasil. Nas regiões mais quentes, a necessidade de água aquecida é menor, a temperatura dos banhos é mais baixa e a água fria já corre a uma temperatura maior. Logo, nessas regiões, o consumo de água quente será certamente menor e o aquecedor não precisa de tanta potência. Consulte um fabricante sempre antes de escolher o modelo mais adequado para a sua casa.
Placas solares
Por fim, no caso de aquecedores solares, a questão é dimensionar a quantidade de placas. O cálculo deve ser feito conforme a fórmula acima para identificarmos quantos litros de água devem ser aquecidos.
Com o cálculo do volume feito, verifique a tabela dos fabricantes de placas solares. No mercado há dois modelos principais de placas: as de 1,42 m², com capacidade de 103 litros por dia, e as de 1,95 m², com capacidade de 104 litros por dia.
Portanto, no exemplo acima, em que precisávamos de 250 litros de água quente temos: 250 / 103 = 2,42 (considerando as placas de 1,42 m²). Ou seja, para essa residência adotaremos três placas coletoras de 1,42 m² cada uma, além de um reservatório complementar de 250 litros.
Novamente, como todas essas tecnologias vêm se desenvolvendo rapidamente, é sempre importante verificar com especialistas da área os tipos de aquecedores mais eficientes, econômicos e de menor impacto no meio ambiente e, a partir daí, realizar seu correto dimensionamento.
Fonte: casaeimoveis.uol
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